Nenhuma família deveria precisar sustentar sozinha a decisão de adiar o smartphone ou o acesso às redes sociais. Quando apenas uma criança vive com limites diferentes, ela pode carregar o peso da exceção. Quando famílias e escola conversam e constroem acordos em conjunto, a exceção pode se transformar em um novo normal — com mais proteção e pertencimento para todos.
É essa a proposta do Movimento Desconecta, uma iniciativa brasileira que ajuda famílias a mobilizar suas comunidades escolares em torno de um acordo coletivo: adiar o primeiro smartphone até, pelo menos, os 14 anos e o acesso às redes sociais até os 16.
O projeto oferece orientações, pesquisa, materiais de conscientização e um passo a passo para formar um grupo de famílias, envolver a comunidade e buscar o apoio da escola. Quem já entregou o smartphone também pode participar, adiando as redes sociais ou avaliando a troca por um celular básico, sem internet.